Desempenho no trabalho é o resultado que uma pessoa consegue com a aplicação de algum esforço. O desempenho é positivo quando o resultado beneficia a própria pessoa, o grupo do qual ela participa, um cliente ou a organização no qual ela trabalha.

Ser aprovado num concurso, vencer uma competição, atender satisfatoriamente um cliente ou montar corretamente um produto são exemplos de desempenho positivo. O desempenho na realização de qualquer tipo de tarefa ou objetivo é influenciado por forças chamadas motivos. São as forças que produzem a motivação para o trabalho.

Motivação para o trabalho é um estado psicológico de disposição, interesse ou vontade de perseguir uma tarefa ou meta. Dizer que uma pessoa está motivada para o trabalho significa dizer que esta pessoa apresenta disposição favorável ou positiva para realizar o trabalho.

Dizem que há pessoas que nascem com sorte e outras com azar. Contudo, o que aconteceria se cada um de nós pudesse, de fato, influir no seu destino, tanto pessoal como profissional, mais do que consideramos possível? Ignácio Alvarez de Mon, professor de comportamento organizacional da escola Instituto de Empresa (IE), e autor do livro “Depende de Você” (LID Editorial), explica como são as relações entre chefe e empregado. Motivação e trabalho em equipe são algumas das principais ferramentas para fazer de alguém líder em todas as áreas da vida.

Não há dúvida de que o principal responsável pela motivação na vida de um indivíduo é ele mesmo. Não devemos delegar esta tarefa para ninguém mais. Não assumir a responsabilidade pela motivação é, ao mesmo tempo, frustrante e pouco inteligente. É frustrante porque, um vez que não dependemos dos outros para estarmos motivados, temos mais chances de alcançarmos a motivação. Também é pouco inteligente porque deixar o controle de algo tão importante nas mãos de outra pessoa é simplesmente um absurdo.

No entanto, o chefe, o empresário, o diretor, seja qual for o título da pessoa, tem alguma responsabilidade pela motivação de seus funcionários? Sim. Sem dúvida. Nesse sentido, a primeira coisa que se deveria pedir a alguém em qualquer posto de comando é que, pelo menos, não desmotivasse seu pessoal. Em outras palavras, que não destrua as fontes de motivação intrínseca que os empregados trazem dentro de si. A ausência de muitos chefes durante o expediente é, não raro, motivo de celebração e de festa para seus colaboradores imediatos.

Quando fazemos de nossa jornada de trabalho o momento em que procuramos desenvolver nossos melhores talentos, e não o momento em que estamos à disposição das vontades e dos caprichos de alguém com mais poder do que nós, somos mais produtivos para a empresa e para nós mesmos.

É lamentável, ainda hoje, ver como muitos profissionais excelentes participam de certos jogos ridículos nos quais o que prevalece é a presença do indivíduo em detrimento de sua produtividade, em que a burocracia do local de trabalho predomina sobre o trabalho eficaz, a submissão aos desejos de quem manda impera sobre o intercâmbio transparente e sincero de idéias entre profissionais.

Depois de lançar este primeiro grande objetivo como chefe, isto é, não desmotivar os funcionários, há quem vai mais longe e defina condições de trabalho que permita aos funcionários dar o máximo de si. Como? As receitas são fáceis de identificar, mas extremamente difíceis de seguir.

Nenhuma organização pode funcionar sem certo grau de comprometimento por parte de seus membros. O comprometimento está de certa forma relacionado a fatores motivacionais no ambiente organizacional. Stoner e Freeman afirmam que “motivação são os fatores que provocam, canalizam e sustentam o comportamento de um indivíduo”. A motivação no trabalho manifesta-se pela orientação do empregado para realizar com presteza e precisão as tarefas e persistir na sua execução até atingir o resultado previsto ou esperado.

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Boa sorte!

Créditos: Adriana Vieira Vilela