COMO ESCAPAR DA CRISE?

“O mar não está para peixe!” Expressão muito comum citada sempre que constatamos uma situação, digamos,  não muito favorável acerca de algo que observamos e que neste texto tratará de empreendedorismo ou emprego formal ou informal.

Apesar de todas as evidências, como cantava Elis Regina “…ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”…

Mesmo assistindo diariamente centenas de exemplos sobre falências de pequenos negócios e desempregos em massa, insistimos em não procurar pelos possíveis motivos que poderiam ao menos reduzir as chances deste impacto nos atingir diretamente.

Preferimos ficar ouvindo as notícias divulgadas sobre o tsunami que atinge o mercado pela crise econômica e a real possibilidade de sermos afetados cedo ou tarde.

De forma masoquista preferimos fazer coro ao alvoroço causado pelas projeções funestas feitas pelos arautos da desgraça que sentam bem ao nosso lado no trabalho como se não tivéssemos a mínima capacidade para pensar em algo que agregue valor ao que fazemos e que seja útil a nossa carreira.

“Onde há fumaça há fogo”, diz o antigo adágio popular. Mas preferimos apostar todas as fichas no otimismo infantil e esperar que a fumaça se dissipe sem que o fogo sobrevenha e nos atinja em cheio queimando nossas esperanças.

Sair da zona de conforto, ou seja, tirar a bunda da cadeira para conhecer os casos de sucesso, às vezes tão pertinho de nós, logo ali na esquina ou mesmo na sala ao lado parece custar muito a certas pessoas.

Poderia o maldito orgulho ou inveja impedir-nos de solicitar uma opinião a alguém mais experiente ou capacitado ou mesmo observar a atitude daqueles que vencem apesar das circunstâncias adversas? Quem sabe…   

Na montanha do “Purgatório” de Dante, cada um dos sete pecados capitais ocupa um círculo. O orgulho e a inveja ocupam o primeiro e o segundo, os mais graves na hierarquia. 

Não! Não vamos acreditar que seríamos levados a aceitar que um dos dois motivos acima mencionados, ou os dois, atrapalhem nossas vidas, não e mesmo?

Então? Se está livre destes impedimentos o que está esperando para conhecer o que fazem os vencedores?

Será que ao invés de falar da crise em conversas que parecem nunca ter fim estas pessoas não estão tentando superar as expectativas de seus clientes e/ou chefes?

Será que não estão fugindo da mediocridade e entregando para além do que lhes foi solicitado? Provocando o encantamento que faz toda a diferença? 

Será que não estão sendo proativos e dando um passo à frente enquanto outros hesitam?  

Alguns permanecem vivos no mercado ou são escolhidos para ingressar ou permanecer nas empresas. Pergunte-se porquê? 

Olhe para o futuro e faça sua parte agora. Não espere nem mais um minuto para diferenciar-se da multidão e destacar-se.       

Boa sorte.

Equipe Tête-à-Tête

 

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