Após a Guerra de Troia, o herói Odisseu tomou o caminho de volta a sua terra natal, Ítaca. O problema foi chegar lá… No caminho, houve uma série de contratempos, entre os quais o encontro com o monstruoso ciclope Polifemo.

Desviados de sua rota, Odisseu e seus companheiros foram parar na ilha dos ciclopes. Explorando a ilha, eles encontraram uma caverna vazia. Mal sabiam se tratar da morada do gigantesco Polifemo. Quando o ciclope apareceu, flagrou os homens de Odisseu comendo suas comidas e ficou furioso. Dois dos intrusos foram jantados pelo ciclope naquela mesma noite.

Mas Odisseu era esperto. Certa noite, ofereceu vinho ao ciclope. Já embriagado, o monstro perguntou o nome de Odisseu, que respondeu “Ninguém”. Polifemo pegou no sono, e Odisseu aproveitou o momento para fincar uma estaca no seu único olho. Quando o ciclope acordou, foi buscar ajuda nas outras cavernas, gritando “Ninguém está tentando me matar!”.

Ora, se “ninguém” estava tentando matar Polifemo, nada mais natural que os outros ciclopes voltassem a dormir despreocupados. E foi assim que Odisseu e seus homens conseguiu sair da ilha dos ciclopes, retomando sua rota a Ítaca.

Odisseu e Polifemo
Quando estavam indo embora da ilha, Polifemo, cego, ainda tentou acertar o barco com uma pedra. Arnold Böcklin (1827-1901)

Fonte:hipercultura


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Equipe Tête-a-Tête