(…)Pois em mim mesma eu vi como é o inferno…(…) p. 143 (…) E porque minha alma é tão ilimitada que já não sou eu, e porque ela está tão além de mim – é que sempre sou remota a mim mesma, sou-me inalcançável como me é inalcançável um astro… (…) p. 146 (…) O mistério do destino humano é que somos fatais, mas temos a liberdade de cumprir ou não o nosso fatal: de nós depende realizarmos o nosso destino fatal… (…) mas de mim depende eu vir a ser o que fatalmente sou… p.148 (…) E não preciso sequer cuidar da minha alma, ela cuidará fatalmente de mim, e não tenho que fazer para mim mesma uma alma: tenho apenas que escolher viver. Somos livres, e este é o inferno. p. 148.


Até mais!

Equipe Tête-à-Tête