A mitologia nórdica e seus deuses têm sua origem nas tribos germânicas setentrionais do século IX dC. Suas histórias foram passadas em forma de poesia entre os séculos 11 e 18, e apenas depois disso elas foram transcritas nos Eddas e outros livros.

Os deuses desta mitologia podem ser divididos em dois grupos: os Æsir, relacionados ao caos e à guerra, e os Vanir, que são associados à natureza e à fertilidade. Os Æsir habitam Asgard, um dos nove reinos da mitologia nórdica, enquanto os Vanir vivem em Vanaheim.

Esses deuses frequentemente dividem mitos e histórias com os Jötunn, ou gigantes. Como as histórias eram repassadas principalmente de forma oral, não se sabe ao certo quantos deuses existiram no panteão nórdico, porém, alguns deles se destacaram se tornando muito conhecidos até hoje.


Odin – O pai dos deuses

Odin

Odin é considerado o pai de todos os deuses e governante de Asgard – o reino dos Æsir. Odin também é o deus da guerra e da batalha, da música, da mágica e poesia.

Odin é filho de Borr e da gigante Bestla. Ele possui dois irmãos, chamados de Vili e Ve, e juntos eles criaram o mundo. Esse deus também possui pelo menos quatro filhos, de diferentes parceiras, sendo que o mais conhecido deles é Thor.

Entre os seus muitos poderes, Odin tem a capacidade de se transformar no que ele quiser, e sua voz é tão suave que tudo que ele diz é considerado como verdade.

Segundo o mito, esse deus cavalga para a batalha em seu cavalo de oito pernas chamado Sleipnir. Em sua mão, ele empunha sua lança forjada pelo anão Gungnir, conhecida por nunca errar seu alvo.

Hugin e Munin

Dois corvos se sentam a lado de Odin em seu trono. Eles são uma parte espiritual dele mesmo, e se chamam Hugin e Munin, que significa “pensamento” e “memória”.

Os corvos são enviados pela manhã para sobrevoar os nove reinos, e a noite eles voltam e sussurram tudo que viram e ouviram para Odin.

Fonte:hipercultura


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Equipe Tête-à-Tête