A série de triplítico detalha a tentação sobrenatural de Santo Antão durante a sua estadia no Egito, um tema que foi também tratado por outros artistas como: Martin Schongauer, Mathias Gruenewald, Salvador Dali e Gustave Flaubert. O simbolismo nas pinturas simboza a história que descreve Santo Antão resistindo a diferentes tipos de pecado, em toda a série de pinturas.

 Renascimento nórdico – 131,5 x 238 cm – Museu Nacional de Arte Antiga


As imagens fantásticas são do estilo obscuro de Bosch e são cheias de duendes, monstros e criaturas disformes. Este triplítico é frequentemente considerado como um dos melhores trabalhos de Bosch e pelos menos três cópias foram reproduzidas, todas elas sendo imitações do original; pensava-se que uma delas fosse realmente o original.

Fonte:wikiart


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Equipe Tête-à-Tête