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literatura

A ARTE DE SER FELIZ – CECÍLIA MEIRELES

Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto.... Continue lendo →

OS ESTATUTOS DO HOMEM – THIAGO DE MELLO

Artigo I.Fica decretado que agora vale a verdade.que agora vale a vida,e que de mãos dadas,trabalharemos todos pela vida verdadeira. Artigo II.Fica decretado que todos os dias da semana,inclusive as terças-feiras mais cinzentas,têm direito a converter-se em manhãs de domingo.... Continue lendo →

PROCURA-SE UM AMIGO – VINÍCIUS DE MORAES

Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das... Continue lendo →

É URGENTE O AMOR – EUGÉNIO DE ANDRADE

É urgente o amor.É urgente um barco no mar. É urgente destruir certas palavras,ódio, solidão e crueldade,alguns lamentos,muitas espadas. É urgente inventar alegria,multiplicar os beijos, as searas,é urgente descobrir rosas e riose manhãs claras. Cai o silêncio nos ombros e... Continue lendo →

PARA SER GRANDE, SÊ INTEIRO: NADA – FERNANDO PESSOA

Para ser grande, sê inteiro: nadaTeu exagera ou exclui.Sê todo em cada coisa. Põe quanto ésNo mínimo que fazes.Assim em cada lago a lua todaBrilha, porque alta vive. ... Fernando Pessoa Até mais! Equipe Tête-à-Tête

POR MUITO TEMPO ACHEI QUE A AUSÊNCIA É FALTA – DRUMMOND

Por muito tempo achei que a ausência é falta.E lastimava, ignorante, a falta.Hoje não a lastimo.Não há falta na ausência.A ausência é um estar em mim.E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,que rio e danço e invento exclamações... Continue lendo →

AMOR QUE MORRE – FLORBELA ESPANCA

O nosso amor morreu… Quem o diria! Quem o pensara mesmo ao ver-me tonta. Ceguinha de te ver, sem ver a conta Do tempo que passava, que fugia! Bem estava a sentir que ele morria… E outro clarão, ao longe,... Continue lendo →

TROVADORISMO – SAIBA MAIS

Podemos dizer que o Trovadorismo foi a primeira manifestação literária da Língua Portuguesa. Contexto histórico - Surgiu no século XII, em plena Idade Média, período em que Portugal estava no processo de formação nacional. - Na área econômica e política,... Continue lendo →

NÃO SEI QUANTAS ALMAS TENHO – FERNANDO PESSOA

Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem  alma não tem calma. Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é, Atento ao que sou e vejo, Torno-me... Continue lendo →

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