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poemas

ANDAR?! NÃO ME CUSTA NADA!

Andar?! Não me custa nada!... Mas estes passos que dou Vão alongando uma estrada Que nem sequer começou. Andar na noite?!Que importa?... Não tenho medo da noite Nem medo de me cansar: Mas na estrada em que vou, Passo sempre... Continue lendo →

CREIO NOS ANJOS QUE ANDAM PELO MUNDO

Creio nosanjos que andam pelo mundo,Creio na Deusa com olhos de diamantes,Creio em amores lunares com piano ao fundo,Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes, Creio num engenho que falta mais fecundoDe harmonizar as partes dissonantes,Creio que tudo eterno num... Continue lendo →

A FLOR DO MARACUJÁ – FAGUNDES VARELA

Pelas rosas, pelos lírios,Pelas abelhas, sinhá,Pelas notas mais chorosasDo canto do sabiá,Pelo cálice de angústiasDa flor do maracujá! Pelo jasmim, pelo goivo,Pelo agreste manacá,Pelas gotas do serenoNas folhas de gravatá,Pela coroa de espinhosDa flor do maracujá! Pelas tranças da mãe-d'águaQue... Continue lendo →

NUMA PRAIA – LUÍS FILIPE CASTRO MENDES

Em cada corpo recomeça o mundo,mas onde então acaba este começo?Amor não sabe mais o que é profundo,vem da pele e respira só no verso. Passamos a toalha pelo corpo,com o suor a enxugar a morte:há gotas de água fria... Continue lendo →

CAMINHOS – DIRCEU DE OLIVEIRA FISCHER

O homem, quando completa oitenta anos, é jogado impiedosamente no outro lado da vida. Com a maturidade adquirida existe um dilema, encontra uma dubiedade na sua existência: o que podia ter feito e que não fez, e o que fez... Continue lendo →

LENDO TRADUÇÕES DE POEMAS ANTIGOS – LUÍS F. CASTRO MENDES

(traduções de poemas sânscritos) Que ficará das palavras que tantos escreveram sobre a terra? Às vezes, num velho mosteiro, aparece um rolo manuscrito e os poemas sânscritos são tão vivos, maliciosos, e ao mesmo tempo tão obedientes às fórmulas e... Continue lendo →

PROCURA – DIRCEU DE OLIVEIRA FISCHER

Na ingênua esperança de um dia encontrar-te deixo a solidão pela qual procuro esconder-me de mim mesmo e saio a tua procura. Abro minha alma à vida lá fora. Mas que surpresa? Ninguém sabe de ti, nem as flores que... Continue lendo →

SONETO À LIBERDADE – OSCAR WILDE

Não que eu ame teus filhos cujo olhar obtusoSomente vê a própria e repugnante dor,Cuja mente não sabe, ou quer saber, de nadaÉ que, com seu rugir, tuas Democracias,Teus reinos de Terror e grandes AnarquiasRefletem meus afãs extremos como o... Continue lendo →

ERA O ÚLTIMO AMOR – LUÍS FILIPE CASTRO MENDES

Era o último amor. A casa fria,os pés molhados no escuro chão.Era o último amor e não sabiaesconder o rosto em tanta solidão. Era o último amor. Quem advinhao sabor pela escuridão?Quem oferece frutos nessa neve?Quem rasga com ternura o... Continue lendo →

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