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poemas

CÂNTICO NEGRO

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos docesEstendendo-me os braços, e segurosDe que seria bom que eu os ouvisseQuando me dizem: "vem por aqui!"Eu olho-os com olhos lassos,(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)E cruzo os braços,E nunca... Continue lendo →

POEMA DO SILÊNCIO

Sim, foi por mim que gritei.Declamei,Atirei frases em volta.Cego de angústia e de revolta. Foi em meu nome que fiz,A carvão, a sangue, a giz,Sátiras e epigramas nas paredesQue não vi serem necessárias e vós vedes. Foi quando compreendiQue nada... Continue lendo →

COMO NASCE A POESIA, NAS PALAVRAS DE EDGAR ALLAN POE

No ensaio Filosofia da Composição (1846), o escritor norte-americano Edgar Allan Poe desnuda o percurso da criação poética, servindo-se do seu célebre poema “O Corvo” – “The Raven” na língua original – como meio para explicar a criação artística. Refletindo sobre as... Continue lendo →

…TALVEZ

[...] talvez porque para as outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever,... Continue lendo →

A REALIDADE NÃO ME SURPREENDE

A realidade não me surpreende. Mas não é verdade; de repente tenho uma tal fome de «coisa acontecer mesmo» que mordo num grito a realidade com os dentes dilacerantes. E depois suspiro sobre a presa cuja carne comi. E por... Continue lendo →

CLARICE LISPECTOR: A PAIXÃO SEGUNDO GH – PÁGINAS DIVERSAS

(...)Pois em mim mesma eu vi como é o inferno...(...) p. 143 (...) E porque minha alma é tão ilimitada que já não sou eu, e porque ela está tão além de mim - é que sempre sou remota a... Continue lendo →

HÁ IMPOSSIBILIDADE DE SER ALÉM

...há impossibilidade de ser além do que se é - :no entanto eu me ultrapasso mesmo sem o delírio, :sou mais do que eu, quase normalmente - :tenho um corpo e tudo que eu fizer é continuação :de meu começo......... Continue lendo →

BIOGRAFIAS: JOÃO CABRAL DE MELO NETO

João Cabral de Melo Neto foi um poeta brasileiro do período pós-modernista da literatura brasileira. É considerado um dos grandes poetas brasileiros de todos os tempos e principal representante da Geração de 45. Sua principal obra foi Morte e vida Severina,... Continue lendo →

A INCOMUNICABILIDADE DE SI PARA

A incomunicabilidade de si para si mesmo é o grande vórtice do nada. Se eu não acho um modo de falar a mim mesmo a palavra me sufoca a garganta atravessando-a como uma pedra não deglutida. Eu quero ter acesso... Continue lendo →

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