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poemas

NÃO É EM MIM O MENOR HORROR

Não é em mim o menor horrorA consciência da minha inconsciênciaDo automatismo sobrenaturalQue eu sou, círculo, de (...) sensaçõesRodando sempre, sempre equidistanteDo centro inatingível do meu ser. ... Fernando Pessoa (1888-1935) Até mais! Equipe Tête-à-Tête

O AMOR QUE EU TENHO NÃO ME DEIXA ESTAR

O amor que eu tenho não me deixa estarPronto, quieto, firme num lugarHá sempre um pensamento que me enlevaE um desejo comigo que me levaLonge de mim, a quem eu amo e quero.Inda de noite, quando durmo, esperoA manhã em... Continue lendo →

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE E O BRASIL EM ESTROFES

Carlos Drummond de Andrade é um dos típicos homens ligados à cultura que compõem a página de rosto de um país. Considerado como um dos melhores poetas brasileiros do século XX, o seu cunho e estilo personalizado vêm-se perpetuando pelas décadas e... Continue lendo →

A CONSCIÊNCIA DE EXISTIR

A Consciência de existir, a raizDo ilimitado, omnímodo mistérioQue tem tronco de Ser, folhas de vidaFlores de sentimento e sofrimentoE frutos do pensar, podres depressa. A Consciência de existir, tormentoPrimeiro e último do raciocínioQue, porém, filho dela, a não atinge.A... Continue lendo →

VER AS COISAS ATÉ O FUNDO…

Ver as coisas até ao fundo...E se as coisas não tiverem fundo? Ah, que bela a superfície!Talvez a superfície seja a essênciaE o mais que a superfície seja o mais que tudoE o mais que tudo não é nada. Ó face... Continue lendo →

TEUS OLHOS TRISTES, PARADOS

Teus olhos tristes, parados,Coisa nenhuma a fitar...Ah meu amor, meu amor,Se eu fora nenhum lugar! ... Fernando Pessoa (1888-1935) Até mais! Equipe Tête-à-Tête

SÓ A NATUREZA É DIVINA, E ELA NÃO É DIVINA

Só a natureza é divina, e ela não é divina...Se falo dela como de um enteÉ que para falar dela preciso usar da linguagem dos homensQue dá personalidade às coisas,E impõe nome às coisas.Mas as coisas não têm nome nem... Continue lendo →

AQUI NA MINHA FRENTE

Aqui na minha frente a folha branca do papel, à espera; dentro de mim esta angústia, à espera: e nada escrevo. A vida não é para se escrever. A vida — esta intimidade profunda, este ser sem remédio, esta noite... Continue lendo →

MIGUEL TORGA, O LÍRICO DAS SERRAS

A partir da expansiva vegetação e das extensas formas de vida das serras transmontanas, deu-se à luz Miguel Torga. Pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, Torga deu origem a um corpo de escrita inspirada e referente à coesão entre o ser humano... Continue lendo →

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