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poetisas

A TURBULÊNCIA VIVIDA E SENTIDA POR SYLVIA PLATH

Pese embora as dificuldades emocionais e mentais com as quais se deparou, Sylvia Plath afirmou-se como um dos grandes nomes da literatura do século XX. Tanto numa extensão textual em que os parágrafos dominavam como noutra em que as estrofes... Continue lendo →

PRECE

Que nenhuma estrela queime o teu perfilQue nenhum deus se lembre do teu nomeQue nem o vento passe onde tu passas. Para ti eu criarei um dia puroLivre como o vento e repetidoComo o florir das ondas ordenadas. ... Sophia... Continue lendo →

DAI-ME A CASA VAZIA

Dai-me a casa vazia e simples onde a luz é preciosa. Dai-me a beleza intensa e nua do que é frugal. Quero comer devagar e gravemente como aquele que sabe o contorno carnudo e o peso grave das coisas.Não quero... Continue lendo →

BEBIDO O LUAR

Bebido o luar, ébrios de horizontes,Julgamos que viver era abraçarO rumor dos pinhais, o azul dos montesE todos os jardins verdes do mar. Mas solitários somos e passamos,Não são nossos os frutos nem as flores,O céu e o mar apagam-se... Continue lendo →

A HORA DA PARTIDA

A hora da partida soa quandoEscurece o jardim e o vento passa,Estala o chão e as portas batem, quandoA noite cada nó em si deslaça. A hora da partida soa quandoas árvores parecem inspiradasComo se tudo nelas germinasse. Soa quando... Continue lendo →

INSCRIÇÃO

Quando eu morrer voltarei para buscarOs instantes que não vivi junto do mar. ... Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004) Até mais! Equipe Tête-à-Tête

…TALVEZ

[...] talvez porque para as outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever,... Continue lendo →

A DOIDA

A Noite passa, noivando.Caem ondas de luar.Lá passa a doida cantandoNum suspiro doce e brandoQue mais parece chorar! Dizem que foi pela morteD"alguém, que muito lhe quis,Que endoideceu. Triste sorte!Que dor tão triste e tão forte!Como um doido é infeliz!... Continue lendo →

NÃO SER

Ah! arrancar às carnes laceradasSeu mísero segredo de consciência!Ah! poder ser apenas florescênciaDe astros em puras noites deslumbradas! Ser nostálgico choupo ao entardecer,De ramos graves, plácidos, absortosNa mágica tarefa de viver! Quem nos deu asas para andar de rastos?Quem nos... Continue lendo →

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