Pousa a tua cabeça doloridaTão cheia de quimeras, de ideal,Sobre o regaço brando e maternalDa tua doce Irmã compadecida. Hás-de contar-me nessa voz tão quridaA tua dor que julgas sem igual,E eu, pra te consolar, direi o malQue à minha... Continue lendo →